22.05.2009
Quando uma ponte não se estende

Que enorme distância abissal
quando uma ponte não se estende
entre o agora
e o meu interno tempo -- eterno.
Notas do blog: este é um poema de juventude, e a prática que me ensina o Buda tem ajudado a minorar os abismos, desfazendo e implodindo o interno, desarmando e explodindo o eterno, desobrigando-me deles, para ficar somente o agora. Lembrou-me as pontes que atravessei quando viajando pela região de Ladakh, nos Himalaias, como na foto acima (Hanupatta, Zanskar - altitude 3400 m ©Hisashi Yuya) -- se desejar ver mais fotos dessa região maravilhosa do planeta, acesse a página abaixo, cortesia e ©P. van de Haar:
http://www.footootjes.nl/Panoramas_Ladakh_2008/Panoramas_...
Clicando em cada foto, aparentemente distorcida, abre-se uma outra tela panorâmica, em que você pode passear com o mouse pela fotografia, e viajar também pelas paisagens deslumbrantes que visitei, até dentro dos vastos céus dos Himalaias.
Se desejar ver outras postagens breves sobre minha viagem de aventura a Ladakh, clique aqui. Desfrute. O planeta é imenso, e começa sob os seus pés.
Dedico esta postagem ao amigo Ilan. Com gratidão.
11:15 Escrito em Poesia/Poetry | Permalink | Comentários (1) | Enviar por e-mail | Tags: ladakh, juventude, ponte, abismo, conceitos, eterno, interno, agora
Comentários
Marcelo;
Suas fotos e posts são sempre inspiradores. As panoramicas de Ladakh nos deixam sem ar. Obrigado por manter sua luz sempre acesa no caminho.
Namaste;
Ilan
Escrito por: Ilan | 23.05.2009
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