01.01.2007

Glossário de Termos Budistas

Este é um pequeno glossário de termos budistas compilado por mim. Não pretende ser exaustivo nem completo, e estará sempre ganhando acréscimos e sofrendo modificações. Sua função é simplesmente a de auxiliar a compreensão de alguns termos que aparecem neste blog. Ao final encontra-se a lista de livros que foram usados como referência, citados como siglas entre parênteses.

E antes de se debruçar sobre termos em sânscrito, páli ou tibetano, por favor quero lembrá-lo de uma frase de Terry Cliford em seu livro “A Arte de Curar no Budismo Tibetano”:

A linguagem budista que expressa tais conceitos pode ser um idioma estrangeiro, mas nós ainda compartimos da experiência.



Amitabha – o Buda da Luz Infinita ou da Vida Infinita (SBM), também conhecido como o Buda do paraíso chamado Sukhavati, também chamado de Terra Pura Ocidental. (LP)

Arhat – quando aplicado a um praticante, é alguém devotado a alcançar a iluminação e a libertar-se do ciclo de nascimento e morte; quando se refere ao Buda significa “merecedor de oferendas”, um de seus dez epítetos. (SBM)

Avalokiteshvara – o bodhisattva da compaixão que ouve os pedidos do mundo (LP); um dos principais bodhisattvas do budismo Mahayana; pode se manifestar sob qualquer forma concebível para ajudar quem quer que necessite de auxílio (SBM).

Bhikkhu, Bhikshu – homens e mulheres que renunciaram à vida leiga e receberam ordenação plena, tornando-se integrantes da sanga budista (SBM).

bodhi – despertar, iluminação (LP); suprema compreensão, o despertar do ser para sua própria natureza búdica. Também é assim chamada a árvore sob a qual o Buda obteve a iluminação (bodhigaya). (SBM)

bodhichitta – a mente do despertar, a volição e a determinação de trilhar o caminho da iluminação (LP). A aspiração altruísta de alcançar a plena iluminação a fim de beneficiar todos os seres. (ALR)

Bodhisattva – em sânscrito, palavra composta por “bodhi = iluminação” e “sattva = ser”; significa alguém em busca da consciência búdica, ou libertação, e que pratica todas as perfeições. Os bodhisattvas permanecem no mundo para ajudar os demais na conquista da iluminação, sendo esse conceito a principal entre as características do budismo Mahayana (SBM); "Bodhi" significa o Estado de Vigília da Mente; "Sattva" representa a pessoa que está a caminho do Estado de Vigília. Assim, a palavra "Bodhisattva" se refere àqueles que já atingiram o Caminho da Compaixão, o Caminho do Amor, e também àqueles dotados de inclinação para segui-lo. (MA)

buda – um ser totalmente desperto. Buda – o desperto, o Buda histórico, Shakyamuni, nascido no século VI a. C. e que viveu oitenta anos antes de passar para o nirvana. Budas – de acordo com a tradição Mahayana, há incontáveis Budas e bodhisattvas em todo o cosmo. Budas do Passado – são sete, um pertencente a cada era, o mais recente deles o Buda Shakyamuni. (LP)

Caminho bodhi
– o caminho da liberação do sofrimento, medo e ignorância; o caminho da iluminação (LP).

Caminho do Meio – na prática do Caminho do Meio evitam-se os dois extremos: complacência e ascetismo (privação). (SBM)

Cinco Skandhas, ou Cinco Agregados, ou Cinco Elementos – ver skandhas.

Cinco Venenos – as emoções negativas que levam a renascimentos nos reinos do samsara; a raiva ou aversão, o orgulho, o desejo, o ciúme ou a inveja, e a ignorância. (PPB)

Darma, Dharma
– do verbo em sânscrito "dhr" que significa entretecer; o corpo dos ensinamentos do Buda Shakyamuni, que inclui os 84.000 métodos para revelar a natureza verdadeira da mente e atingir a iluminação; a segunda das Três Jóias do refúgio. (PPB)

Dharmakaya
– a esfera da verdade absoluta; a essência da mente como vacuidade (PPB); é a personificação do Dharma, que sempre brilha e ilumina tudo; o corpo dos ensinamentos, o corpo do caminho, a fonte da iluminação e da felicidade. O significado original da palavra Dharmakaya era bastante simples: "a forma de atingir a compreensão e o amor". (EEB)

estado bodhi – iluminação; quem alcançou o estado bodhi está desperto para a verdadeira natureza do ser, iluminado em relação a sua própria natureza búdica, tendo já eliminado todas as aflições e ilusões e conquistado a sabedoria prajna (SBM);

Grande Veículo – ver Mahayana

Hinayana – Pequeno Veículo, ou Theravada, escola do budismo cujo ideal é o alcance do estado de arhat, ou seja, o alcance da iluminação individual. (SBM); a abordagem budista de liberação pessoal na qual se busca a liberação do samsara por meio da renúncia e de cortar os apegos mundanos. (PPB)

Impermanência – nada permanece o mesmo, tudo muda o tempo todo. É o ponto de vista do tempo no budismo. Um dos Três Selos do Darma; um dos instrumentos oferecidos pelo Buda para olhar profundamente a realidade e enxergar a verdadeira natureza das coisas. (CMA)

Jóia Tríplice – são elas o Buda, o Dharma e a Sanga. (SBM) O Buda como mestre, o Dharma como os ensinamentos e a Sanga como a comunidade de praticantes; as fontes externas de refúgio. (PPB)

karma – do verbo em sânscrito "kr" que significa fazer; as causas e efeitos de nossas ações (LP); o princípio da infalibilidade de causa e efeito que diz que a virtude causa felicidade e a não-virtude cria sofrimento (PPB); pode ser compreendido simplesmente como o desenvolvimento da lei de causa e efeito. Acredita-se que toda atividade do corpo, da fala e da mente, consciente e inconsciente, cria seu resultado inevitável nesta vida ou em vidas futuras. Em termos de renascimento, a força kármica renascida não é uma unidade separada do ego nem uma identidade independente. É antes a continuidade psicomoral gerada por um indivíduo em vidas passadas, que se esgota com inexorável justiça como lei natural sutil em sucessivos renascimentos. (ACBT)

Lama – em tibetano, o equivalente a “guru” em sânscrito, no Vajraiana o mestre espiritual, que demonstra o caminho da iluminação e proporciona as instruções e orientações; a primeira das Três Raízes do refúgio, a raiz das bênçãos. (PPB)

Mahayana – Grande Veículo, escola do veículo do bodhisattva, que, tendo alcançado a própria iluminação, renuncia à entrada no nirvana até que todos os seres sencientes tenham também alcançado a iluminação. O fator determinante de sua ação é a compaixão. (SBM)

Maitreya – em sânscrito: “amistoso”, “benevolente”, “amoroso”; o próximo Buda, que sucederá o Buda Shakyamuni neste mundo. (SBM)

mandala – qualquer configuração da mente iluminada: por exemplo a mandala externa dos bilhões de universos, a mandala interna dos canais sutis das energias e o bindu ou a mandala secreta dos três kaias; também uma forma de arte sagrada que representa a exibição e as qualidades da mente iluminada. (PPB)

mantra – em sânscrito: “a que sustenta”, “unir e segurar”; poderosa prática espiritual de recitar uma palavra, som ou verso com a finalidade de cultivar a sabedoria, aprofundar a concentração e transformar a consciência. (SBM), significa “aquilo que protege a mente do praticante”, i.e., da negatividade e do pensamento confuso. (PPB)

Mara
– em sânscrito: “assassino”, “destruidor”, também “demônios Mara” ou “demônios de Mara”, personificação da morte; símbolo das paixões que oprimem os seres humanos e também tudo o que obstrui a prática individual para se obter a iluminação. (SBM)

não-eu – a não existência de um eu separado e independente de todas as coisas e fenômenos. É o ponto de vista do espaço no budismo. Quando olhamos mais profundamente as noções de eu, pessoa, ser vivente e extensão de vida, descobrimos que não há fronteira entre eu e não-eu, pessoa e não-pessoa, ser vivente e ser não-vivente, extensão de vida e não-extensão-de-vida; estamos conscientes de que estamos ligados a todos os outros seres, sejam animados ou inanimados. (CMA)

natureza búdica – o potencial que há em cada ser de se tornar plenamente iluminado (LP) ; a natureza da mente fundamentalmente pura, que em todos os seres constitui a base para se alcançar a iluminação. (PPB)

Nirmanakaya
-- é o corpo físico, o invólucro histórico de Buda, visto como um dos muitos corpos de transformação enviados pelo Dharmakaya. Shakyamuni, o Buda histórico, é o Nirmanakaya, um raio de luz enviado ao mundo pelo sol do Dharmakaya para ajudar a aliviar o sofrimento dos seres vivos. Shakyamuni Buda foi um ser humano real, que personificou o Dharmakaya. (EEB) Uma corporificação da mente iluminada que se manifesta em forma física para beneficiar os seres que são incapazes de perceber a expressão pura do samboghakaya. (PPB)

Nirvana – a extinção de todas as noções e conceitos, incluindo nascimento e morte, e do sofrimento causado por elas; refere-se à dimensão da realidade suprema. (LP); o estado além do sofrimento do samsara; no nível mais elevado, a completa iluminação, que está além tanto do samsara quanto do nirvana. (PPB); significa “extinção”, a extinção das aflições e conceitos. As três aflições básicas dos seres humanos são: avidez, raiva e ignorância. Ignorância (avidya), a inabilidade de entender a realidade, é a mais fundamental delas. Porque somos ignorantes, ansiamos por muitas coisas que nos destroem, e ficamos com raiva de muitas coisas. Tentamos segurar o mundo em nossas projeções, e sofremos. Nirvana, a extinção de todas as aflições, representa o nascimento da liberdade. (CMA)

Paramita – em sânscrito: “travessia para a outra margem”, os seis paramitas (ou seis perfeições) constituem as virtudes fundamentais do caminho do bodhisattva e são: 1- generosidade, 2- cumprimento dos preceitos ou disciplina moral, 3- paciência, 4- diligência, 5- meditação ou concentração e 6- sabedoria prajna. (SBM); "par" significa literalmente "a outra margem". Na verdade, esse termo ainda é usado de forma coloquial na Índia; "par" significa o outro lado do rio. "Mita" é aquele que chegou lá. Paramita significa, portanto, aquele que alcançou a outra margem. Certos eruditos se referem aos Paramitas como "As Seis Perfeições". Em certo sentido, eles são as ações perfeitas, mas a palavra "perfeição" tem também outras conotações que não são pertinentes. A meta não se constitui na tentativa de conseguir a perfeição; conseqüentemente, é melhor olhar para os Paramitas em função da transcedência -- de como ir além. (MA)

Pequeno Veículo – ver Hinayana

Prajna – a Perfeita Compreensão (LP)

Quatro Obscurecimentos – os fatores que impedem o reconhecimento da natureza verdadeira da mente: os obscurecimentos intelectuais, os venenos da mente ou os obscurecimentos emocionais, o carma e o hábito. (PPB)

Quatro Pensamentos – o nascimento humano precioso, a impermanência, o karma e o sofrimento; a contemplação destes pensamentos direciona a mente aos ensinamentos e à prática espiritual. (PPB)

Refúgio – do sânscrito sarana: “libertar”, “auxiliar” e “proteger; tomar refúgio ou refugiar-se significa entregar-se ao virtuoso poder da Jóia Tríplice. (SBM), o primeiro passo formal quando se entra no caminho budista; o compromisso de se afastar das causas do sofrimento e se voltar para as fontes infalíveis de benefício imediato e supremo para todos os seres. (PPB)

Samadhi – em sânscrito: “estabelecer” ou “tornar firme”, significa “concentração”; estado em que a mente se concentra em um determinado foco e todas as atividades mentais se acalmam. Em samadhi a pessoa está livre de todas as distrações e, desta forma, atinge um estado de serenidade interior. (SBM)

Samantabhadra – o bodhisativva da Perfeita Ação, associado a Vairochana, e protetor daqueles que ensinam o dharma. (LP)

Samboghakaya
– é o corpo de bem-aventurança, deleite, celebração, resultados ou recompensas. Como o Buda pratica com profundidade, ele experimenta paz ilimitada, alegria e felicidade; e o Sambhogakaya é o fruto desta prática. (EEB) A expressão pura da mente iluminada percebida apenas por praticantes altamente realizados.

Samsara – o ciclo infindável de renascimento e morte nos seis reinos, que são permeados pelo sofrimento. (PPB) Existência cíclica, um estado de existência condicionado por tendências e impressões kármicas de ações passadas -- padrões recorrentes habituais -- o que é caracterizado por um ciclo de vida e morte e sofrimento (ALR)

Sanga – aqueles que praticam, realizam e mantém os ensinamentos de Buda e funcionam como companheiros e guias no caminho budista; a terceira das Três Jóias do refúgio. (PPB)

Seis reinos
– de acordo com os budistas há seis reinos de seres no mundo do samsara: o reino dos deuses; o reino dos semi-deuses ou deuses invejosos,o reino humano; o reino animal, o reino dos fantasmas famintos e os reino dos infernos. Seja qual for o reino, todos estão sujeitos à impermanência, ao karma e ao sofrimento. (ACBT). As realidades experimentadas pelos seres presos no samsara devido à confusão fundamental em relação à natureza verdadeira da mente e também a um veneno mental predominante: os reinos do inferno (a raiva ou o ódio), os fantasmas famintos (a avareza ou a cobiça), os animais (a ignorância), os seres humanos (uma mistura de venenos), os semi-deuses (o ciúme ou a inveja) e os deuses (o orgulho). (PPB) Assim como, por exemplo, todos os reinos do samsara existem externamente, também existem internamente. Estamos morrendo e renascendo, continuamente, de momento a momento, como deuses, animais, fantasmas, cidadãos dos infernos, sem parar, aonde quer que nossos pensamentos, emoções e ações nos conduzam. (ACBT)

seres sencientes – em sânscrito “sattvas”, seres dotados de consciência, incluindo seres celestiais, ashuras, humanos, animais, fantasmas famintos e seres do inferno. O budismo Mahayana considera que a natureza búdica é inerente a todos os seres sencientes; portanto, todos estão capacitados a alcançar a iluminação. (SBM)

Shakya
– reino no norte da Índia governado pelo clã dos Shakya, no qual nasceu Siddhartha Gautama, o Buda histórico, cujo despertar e ensinamentos foram as bases para a fundação da prática do Budismo. (LP)

Shamata – a permanência calma; um dos maiores métodos de meditação budista, no qual a mente descansa, unidirecionalmente, sem distrações. (PPB) Um estado de meditação caracterizado pela estabilização da atenção num objeto interno de observação. Além disso, o shamata é caracterizado pela flexibilidade da mente e do corpo, e pela acalmação das distrações externas da mente. (ALR)

Shunyata -- ver vacuidade

Siddhartha -- Siddhartha Gautama, nome de nascimento do príncipe do clã dos Shakya que se tornaria o Buda histórico, Shakyamuni. (LP)

skandhas – em sânscrito: “agregados”, os Cinco Skandhas, ou Cinco Agregados, ou os Cinco Elementos que constituem a pessoa, personalidade ou eu: forma (corpo), sentimentos, percepções, formações mentais e consciência.

Sutra, Sutta – coleção de ensinamentos do Buda, esses ensinamentos constituem os discursos de Buda sobre vários assuntos. (PPB)

Terra Pura – de acordo com o budismo Mahayana, existem incontáveis Budas e suas respectivas e incontáveis terras puras. Estas terras puras são lugares onde, geograficamente, se encontra bem-aventurança; contudo, fundamentalmente, elas representam aspectos da mente desperta. (SBM)

Terra Pura Ocidental – foi criada pelos 48 grandiosos votos e pela imensa compaixão do Buda Amitabha. Recitando-se o nome do Buda Amitabha com a mente concentrada, é possível nascer naquele terra, pelo desabrochar de uma flor de lótus (símbolo de pureza). Uma vez que se tenha nascido nessa Terra Pura, não há mais obstáculos para a prática, e a trilha para a iluminação é desobstruída. (SBM)

Três Raízes – o lama, a raiz das bênçãos; o yidam, ou a deidade escolhida, a raiz da realização espiritual; a dakini, a raiz da atividade iluminada e de circunstâncias auspiciosas; as fontes internas de refúgio. (PPB)

Três Selos do Darma – todo ensinamento autêntico de Buda deve sustentar três selos do do darma: impermanência, não-eu e nirvana. (CMA)

trikaya – um Buda tem três corpos: nirmanakaya (o corpo da transformação), através do qual um Buda vive e age no mundo; samboghakaya (o corpo de bem-aventurança e contentamento) resultado do mérito acumulado de ações compassivas; dharmakaya (o corpo da natureza verdadeira), o Buda da dimensão suprema, não-dependente ou encarnado em forma humana; o corpo do dharma, aquilo que permanece desde que o Buda histórico não está mais conosco. (LP)

Tripitaka – em sânscrito: “três cestos”, o cânone formado pelos ensinamentos do Buda assim se chama porque se subdivide em três categorias: Sutra (ensinamentos do Buda), Vinaya (preceitos e regras) e Abidharma (comentários sobre os ensinamentos do Buda). São dois os principais conjuntos de Tripitaka ou cânones: o Theravada, escrito no idioma páli, e o Mahayana, escrito em sânscrito e preservado em chinês e tibetano. Este segundo inclui todos os textos do primeiro, além de conter sutras e comentários próprios. (SBM)

Vairochana – o Buda da dimensão suprema, o próprio dharmakaya.

Vacuidade – a essência da mente; também, a falta de existência inerente (ou independente) do eu e dos fenômenos. (PPB)

Vajraiana – o caminho espiritual daqueles que seguem a abordagem Mahayana e que também aplicam uma grande variedade de meios hábeis; envolve o desenvolvimento e a manutenção de uma visão pura da realidade. (PPB)

Veículo – em sânscrito “yana”, o caminho da iluminação, que pode ter como objetivo a libertação individual (Pequeno Veículo), conhecido o caminho do arhat, ou envolver o voto de auxiliar a iluminação de todos seres sencientes (Grande Veículo), conhecido como o caminho do bodhisattva. (SBM), e ainda o Vajraiana, o Veículo do Diamante.

Vipashiana – visão profunda, um dos principais métodos de meditação budista, no qual se desenvolve uma visão sobre a natureza verdadeira da mente e dos fenômenos. (PPB) Percepção penetrante, um estado meditativo analítico que penetra na natureza, características ou funções do objeto de meditação escolhido, sendo gerado com base no shamata. (ALR)




Siglas:
(ACBT) – Terry Cliford, A Arte de Curar no Budismo Tibetano, Editora Pensamento.
(ALR) - Sua Santidade o Dalai Lama, A Arte de lidar com a Raiva, Editora Campus
(CMA) - Thich Nhat Hanh, Cultivando a Mente de Amor, Editora Palas Athena
(EEB) – Thich Nhat Hanh, A Essência dos Ensinamentos de Buda, Editora Rocco
(LP) – Ko Un, Little Pilgrim, Parallax Press
(MA) - Chögyam Trungpa, Meditação na Ação, Editora Cultrix
(PPB) – Chagdud Tulku Rinpoche, Portões da Prática Budista, Edições Chagdud Gonpa
(SBM) – Hsing Yün, Sutra do Buda da Medicina, Editora de Cultura