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<title>para  ser  zen - memoirs</title>
<description>compartilhando um caminho de paz  / sharing a path of peace                                                         (dedicado a Maria Silvia Ferraz de Camargo)</description>
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<title>Vitória, derradeira derrota</title>
<link>http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2009/05/13/vitória-derradeira-derrota.html</link>
<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 10:37:00 +0000</pubDate>
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&lt;div style=&quot;text-align: left&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/media/00/00/432505583.JPG&quot; id=&quot;media-355573&quot; alt=&quot;P_Rock_Climber.JPG&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; name=&quot;media-355573&quot; height=&quot;347&quot; width=&quot;356&quot; /&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ciclópica fortaleza solitária&lt;br /&gt; Pronto estou para deixar-te&lt;br /&gt; E meu ato último, percebo, deve ser esvaziar-te...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Escancaro as pesadas portas dos sombrios porões&lt;br /&gt; E deixo que escapem os escravos&lt;br /&gt; Trazendo nas mãos as espadas e fogo em que as forjavam.&lt;br /&gt; Com espanto observo que harmonicamente se misturam&lt;br /&gt; E tão bem se confundem pelos ardentes salões&lt;br /&gt; Com aqueles guerreiros que reputei os mais bravos...&lt;br /&gt; Antes não os houvesse por tanto tempo aprisionado!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; E que dança louca eles todos dançam, incinerados...&lt;br /&gt; Com seus vigorosos passos, os mosaicos&lt;br /&gt; Em intricados, extensos gramados de fogo evaporam.&lt;br /&gt; Mas nunca, uma coreografia assim máscula lhes bastaria,&lt;br /&gt; Do cotidiano amor diário por que se luta, de gestos prosaicos,&lt;br /&gt; E logo eles buscam as vertiginosas escadarias...&lt;br /&gt; Com que inimaginável facilidade ascendem&lt;br /&gt; Às torres impossíveis!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; São contínuo movimento, os degraus inacessíveis&lt;br /&gt; Que acolhem e impulsionam um tal peso incendiário.&lt;br /&gt; Urge, encontrar aquelas por quem lutaram todas as batalhas:&lt;br /&gt; As que nunca viram luz do dia,&lt;br /&gt; Princesas de diáfanas vestes púrpuras.&lt;br /&gt; Fúteis vaidades imaginativas,&lt;br /&gt; Vestimentas ideais de formas frustras&lt;br /&gt; -- despidas enfim, belas como nunca,&lt;br /&gt; e pelo chão os abrigos ricos assemelham-se a mortalhas...&lt;br /&gt; Se as tivesse visto antes assim...&lt;br /&gt; Nunca as teria querido protegidas!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Imaginava-as frágeis, delicadas.&lt;br /&gt; Fuga.&lt;br /&gt; Jamais uma tal acolhida&lt;br /&gt; Aos músculos desejáveis, dos escravos e guerreiros irmanados,&lt;br /&gt; Os belos músculos admiráveis, que pelo ascendente caminho perderam,&lt;br /&gt; E em puras serpentes, justas setas de fogo se transformaram.&lt;br /&gt; Inéditos – mas sim, elas os reconhecem,&lt;br /&gt; E com eles no amor amantes se unem.&lt;br /&gt; Com ávida paciência aguardaram,&lt;br /&gt; Como oceanos até praias caminharam,&lt;br /&gt; E agora calmamente em espuma à areia fecunda se entregam...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Se houvesse sabido do suave sofrimento que os unia&lt;br /&gt; Eu não os teria mantido separados!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Mas tudo é, já, passado.&lt;br /&gt; Quanta dor e aflição até que se encontram&lt;br /&gt; Reconciliados, todos eles se me abandonam...&lt;br /&gt; A fortaleza rendida, em ruínas,&lt;br /&gt; E sua pedra alça vôo, surpreendida...&lt;br /&gt; Posso também abandonar-me a esta avassaladora torrente severa&lt;br /&gt; Que varre o solo estrangeiro onde cultivei&lt;br /&gt; Vontades e prazeres&lt;br /&gt; Onde nada mais resta&lt;br /&gt; -- e já ninguém impera.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Notas do blog&lt;/b&gt;: outro poema do surto criativo que aconteceu-me no início da &quot;fase adulta&quot;, e que durou uns três anos -- já havia trazido antes &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/04/11/ilusao-passageira.html&quot;&gt;Ilusão Passageira&lt;/a&gt;, &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/08/04/resposta.html&quot;&gt;Resposta&lt;/a&gt;, &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/07/22/teoria.html&quot;&gt;Teoria&lt;/a&gt;, &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2007/01/10/conhecimento.html&quot;&gt;Conhecimento&lt;/a&gt;, &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2007/10/13/ensaio.html&quot;&gt;Kyrie&lt;/a&gt; e outros, publicados em &lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/memoirs/&quot;&gt;Memoirs&lt;/a&gt; -- o de hoje eu dedico à Rachel, meu amor, com todo o meu amor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ilustração acima é um origami, &lt;i&gt;Rock Climber&lt;/i&gt;, por Robert J. Lang; para ver mais origamis por favor acesse:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.giladorigami.com/index.html&quot;&gt;http://www.giladorigami.com/index.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; 
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<title>saudades</title>
<link>http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2008/10/13/saudades.html</link>
<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 05:28:00 +0000</pubDate>
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&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/media/00/01/530462556.3.jpg&quot; id=&quot;media-261769&quot; title=&quot;&quot; alt=&quot;lotus hand.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;thank you, dearest Tijen, thank you.&lt;br /&gt;
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<title>Cadê as estrelas?</title>
<link>http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2007/10/21/cade-as-estrelas.html</link>
<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 10:20:00 +0000</pubDate>
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Na minha infância não ligava muito para estórias em quadrinhos. Minha leitura preferida eram as histórias da mitologia grega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas dentre as personagens dos quadrinhos, havia o dinossaurinho Horácio, ingênuo e poético, melancólico e sábio, desenhado por Maurício de Souza -- talvez a minha personagem preferida, e aquela que melhor caminhou comigo, na minha história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compartilho uma sequência bem antiga, que reencontrei recentemente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/media/00/01/283aa47157f168318be58049e3fdfa26.jpg&quot; id=&quot;media-65205&quot; title=&quot;&quot; alt=&quot;283aa47157f168318be58049e3fdfa26.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto acima, que fica pouco legível neste tamanho e resolução, é o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lindas! E tem gente que até se esquece de olhar pra elas!&lt;br /&gt;Se esquecem de que elas existem!&lt;br /&gt;São os que perderam a poesia, o sonho, a noção do belo!&lt;br /&gt;Esses, por mais que espiem o céu, não notarão as estrelas!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(!?)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;As estrelas! Cadê as estrelas?&lt;br /&gt;Eu também não estou vendo as estrelas!...&lt;br /&gt;Ah! Era só uma nuvem passageira...&lt;br /&gt;...cobrindo só um pouquinho a poesia, o sonho... o belo!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como há sempre nuvens no meu céu, não só aprendo que por trás delas permanecem brilhando as estrelas -- mas aprendo a enxergar o belo e a poesia nas próprias nuvens, em cada trecho, todos os aspectos, a cada cambiante paisagem, em todo o céu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.
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<title>Ensaio</title>
<link>http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2007/10/13/ensaio.html</link>
<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 10:05:00 +0000</pubDate>
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&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kyrie... Sobe, flutua, a voz grave e estrangeira.&lt;br /&gt;Nas sombras em arcos suspensas, ela aderna&lt;br /&gt;e se derrama, desfalece,&lt;br /&gt;a voz pura estremece.&lt;br /&gt;Quer tornar-se infinita, eterna&lt;br /&gt;e quase se esquece de que é humana&lt;br /&gt;em seu desespero por ser a mais bela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kyrie! Clama a voz profunda entre murmúrios resgatados&lt;br /&gt;de preces muito antigas e missas fracassadas.&lt;br /&gt;Alongam-se as abóbadas em celestiais transportes,&lt;br /&gt;deslocam-se pedras, círios, anjos e pinturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kyrie! Movem-se os santos pelas estantes,&lt;br /&gt;olhares vazios, inquietantes, &lt;br /&gt;tornam a brilhar.&lt;br /&gt;Mas isso não basta,&lt;br /&gt;é a Deus que a voz perfeita&lt;br /&gt;quer alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então&lt;br /&gt;por que não esperas&lt;br /&gt;um só momento&lt;br /&gt;pela sutil resposta sussurrada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faze silêncio!&lt;br /&gt;Compreende...&lt;br /&gt;Escuta as coisas que te escutam,&lt;br /&gt;impregnadas de sentido e adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe...&lt;br /&gt;Os lírios parecendo esquecidos, &lt;br /&gt;descansando à beira dos vasos.&lt;br /&gt;As alfaias absortas, os incensórios em repouso...&lt;br /&gt;Os ícones radiantes.&lt;br /&gt;Os púlpitos loquazes – emudecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende...&lt;br /&gt;A cruz impassível que finalmente se inclina no altar&lt;br /&gt;e está querendo vir, descer, a teus pés pousar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais não conseguirás.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;parasezen (há mais de 20 anos atrás)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/media/02/02/a59d21e9d9e8afe48f853a499fede0e1.jpg&quot; id=&quot;media-60734&quot; title=&quot;&quot; alt=&quot;a59d21e9d9e8afe48f853a499fede0e1.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; /&gt;&lt;/div&gt; &lt;strong&gt;Gherardo Starnina&lt;/strong&gt; (1354 - 1403), &lt;em&gt;Anjo da Anunciação&lt;/em&gt;, Musée du Petit Palais, Avignon
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<title>Mais sábios do que outros</title>
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<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 09:27:30 +0000</pubDate>
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&lt;em&gt;Vi muitos que filosofavam mais doutamente do que eu, mas sua filosofia lhes era, por assim dizer, estranha. Querendo ser mais sábios do que outros, estudavam o universo para saber como era organizado, como teriam estudado, por pura curiosidade, alguma máquina que tivessem encontrado. Estudavam a natureza humana para dela poderem falar sabiamente, mas não para se conhecerem; trabalhavam para instruir os outros, mas não para se elucidarem por dentro.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jean-Jacques Rousseau&lt;/strong&gt;, trecho da Terceira Caminhada em &lt;em&gt;Os Devaneios do Caminhante Solitário&lt;/em&gt;, Editora Universidade de Brasília, Brasília, 1986.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) &lt;strong&gt;notas do blog&lt;/strong&gt;: outros trechos deste livro encontram-se em &lt;em&gt;Minha Autobiografia por Terceiros&lt;/em&gt;, box na coluna à esquerda da sua tela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E penso que Santa Teresa D'Ávila pode conversar com Rousseau em &lt;a href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/04/19/el-cielo.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Entrar en el cielo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a eles dois, junta-se nesta conversa o Thich Nhat Hanh em &lt;a href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/12/05/a-perfeita-compreensao.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;A Perfeita Compreensão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre silêncios e sorrisos, o chá está servido, aqui em casa.
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<title>Aldeia das Ameixeiras</title>
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<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Sun, 22 Jul 2007 13:05:19 +0000</pubDate>
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&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/images/medium_Sister_Pagoda.jpg&quot; alt=&quot;medium_Sister_Pagoda.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem me pede mais informações sobre Plum Village -- a Aldeia das Ameixeiras, centro de retiro e meditação do monge zen budista Thich Nhat Hanh na França, peço que acesse o link:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.geocities.com/Heartland/2630/PlumVillage.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.geocities.com/Heartland/2630/PlumVillage.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.
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<title>Primavera no outono</title>
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<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Wed, 20 Jun 2007 08:35:00 +0000</pubDate>
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Depois de tanto tempo, a Primavera chega a mim, em pleno Outono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/images/medium_TijenM02.jpg&quot; alt=&quot;medium_TijenM02.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;© Tijen Inaltong
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<title>Há um ano atrás</title>
<link>http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2007/06/01/há-um-ano-atrás.html</link>
<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 09:50:00 +0000</pubDate>
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&lt;a href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/06/02/the-breath-of-the-buddha.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/06/02/the-breath-of-the-buddha.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debaixo do carvalho venerando, a família reune-se para a discussão do Dharma e o compartilhar de nossas histórias... E abrigam-se ali almoços e jantares em silenciosa e suave companhia, sessões musicais, conversas e confissões na rede... Sem paredes que não as outras árvores ao redor, sem telhado que não o céu ou a copa generosa, foi esta a nossa casa durante três semanas, onde havia sempre um sorriso e braços abertos para acolher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/images/medium_village_des_pruniers.jpg&quot; alt=&quot;medium_village_des_pruniers.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;©Richard &amp; Joanne Friday&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.plumvillage.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.plumvillage.org/&lt;/a&gt;
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<title>O pinheiro</title>
<link>http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2007/05/26/o-pinheiro.html</link>
<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Sat, 26 May 2007 10:15:00 +0000</pubDate>
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&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/images/medium_green-rain-small-blog.jpg&quot; alt=&quot;medium_green-rain-small-blog.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu rezei ao Buda e aos bodhisattvas&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(*)&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;rezei a meus antepassados, a meu pai e à minha mãe. Às vezes rezo também a meus alunos, porque alguns têm grande cabedal de energia, estabilidade, liberdade e felicidade; e eu preciso chegar a eles como objeto de minha oração. Também tenho rezado à minha comunidade, presente em várias partes do mundo, porque preciso de sua força. Sempre que rezo, sei que estou em contato com a energia da mente una através dessas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se rezamos com o corpo, com o coração e com a mente, podemos rezar também ao pinheiro, à lua, às estrelas. O pinheiro é sólido, a lua está sempre ali em seu horário, as estrelas estão no firmamento para nós, livres e brilhantes. Se conseguirmos entrar profundamente em contato com o pinheiro, seremos capazes de entrar em contato com a mente una, com Deus. Se entrar em contato com Deus significa que Deus pode transmitir energia para nós, então o pinheiro também pode transmitir-nos energia.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Thich Nhat Hanh&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;A Energia da Oração&lt;/em&gt;, Editora Vozes, Petrópolis, 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(*) Notas do blog:&lt;/strong&gt; por favor consulte o Glossário de termos budistas na coluna Categorias, à esquerda da sua tela, ou clique em:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/12/10/gloss%C3%A1rio-de-termos-budistas.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/12/10/gloss%C3%A1rio-de-termos-budistas.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: há um ano atrás, eu estava encerrando minha Experience Week na Findhorn Foundation, Escócia. O quarto onde fiquei hospedado tinha três janelas, e a minha vista preferida era a que dava para este jardim onde aparece o pinheiro -- tudo tanto mais verde depois de uma pancada de chuva, das tão frequentes chuvas que fazem da Escócia um país tão verde... Obrigado a todos que fizeram daquela semana uma experiência profunda e amorosa, e que tenho no meu coração -- e especialmente à querida Bettina, que me guiou até Findhorn, à Christine, um anjo sorrindo pelos corredores, ao Iain, o ser integral, e à Regina, com quem compartilhei a tentativa de reconstrução de nossos corações partidos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre a Fundação Findhorn e os programas disponíveis, por favor acesse:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.findhorn.org/home_new.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.findhorn.org/home_new.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se desejar ler sobre minha Semana de Experiência em Findhorn (em Português sem acentuação), por favor acesse:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/05/23/anjos-fadas-e-duendes.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/05/23/anjos-fadas-e-duendes.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/05/28/peace.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2006/05/28/peace.html  &lt;/a&gt;
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<title>Um convidado importante</title>
<link>http://paraserzen.blogspirit.com/archive/2007/02/22/um-convidado-importante.html</link>
<author>noreply@blogspirit.com (paraserzen)</author>
<category>Memoirs</category>
<pubDate>Sat, 31 Mar 2007 10:35:00 +0000</pubDate>
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&lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://paraserzen.blogspirit.com/images/medium_ScholarMoon1.jpg&quot; alt=&quot;medium_ScholarMoon1.jpg&quot; style=&quot;border-width: 0; margin: 0.7em 0;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Expresse seus sentimentos com todo o coração, mas não se torne mais expressivo que sua verdadeira natureza. Mesmo que esteja só em um quarto escuro, comporte-se como se estivesse diante de um convidade importante. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Getsu&lt;/strong&gt;, mestre zen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;citado por Paul Reps em &lt;em&gt;Histórias zen&lt;/em&gt;, Editora Teosófica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(image above: &lt;em&gt;Scholar Gazing at the Moon&lt;/em&gt;, Japanese print, Hokusai school, 19th century)
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