12.05.2009

A mãe do Gueto

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Gostaria de compartilhar o comunicado que recebi da Associação Palas Athena:

 

[Hoje] faz um ano da morte de um dos monumentos de humanidade e destemor: Irena Sendler [foto acima]. Em plena juventude ela enfrentou a crueldade hedionda das tropas nazistas que haviam invadido sua terra natal, a Polônia. Assistente social na época, resgatou do extermínio seguramente 2.500 crianças do Gueto de Varsóvia.

Em tempos como estes, quando os fantasmas das idéias totalitárias parecem ressurgir, e se questiona a inquestionável ignomínia, a vergonha do holocausto, é necessário lembrar para não repetir.

O artigo [cujo link segue] abaixo, de Lia Diskin, foi publicado originalmente na Revista 18, Centro da Cultura Judaica de São Paulo, edição set/out/nov. de 2008, e aqui reproduzido em homenagem à singularidade inspiradora de uma assistente social que fez de sua profissão um ato de fé.

Clique nesta linha para ler o artigo A Mãe do Gueto de Varsóvia, Irena Sendler.

Para acessar o site da Palas Athena, cujo link fica sempre disponível no box Sites recomendados, na coluna à esquerda da sua tela, por favor dirija-se para: www.palasathena.org.br

Desfrute, inspire-se.

Obrigado!

10.05.2009

Dias das mães é todo dia

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Neste Dia das Mães, complementando as postagens É minha aspiração e Em cada célula do meu corpo (textos inéditos de Thich Nhat Hanh em Português), gostaria de compartilhar a mensagem de inspiração recebida da Associação Palas Athena de São Paulo:

Dias das mães é todo dia... mas a consagração de uma data especial nos ajuda a refletir e resignificar o valor do amor, da ternura, da doação e de tudoo que de bom almejamos para aquelas que nutrem e acompanham incondicionalmente nossa jornada.



Notas do blog: no Dia das Mães de 2007, o paraserzen trouxe os textos de Thich Nhat Hanh A distância entre acreditar e agir, Uma rosa para sua lapela e Um amor eterno, todos trechos do belo livro Ensinamentos sobre o Amor (Editora Sextante, Rio de Janeiro, 2005); em 2008 houve um singelo agradecimento em Neste dia -- e como em todos os anos, trago neste dia alguma foto maravilhosa da minha amiga Zeynep Kanra, fotógrafa turca... Ela contou-me a história da foto acima, de uma série tirada em Şanlıurfa (cidade de peregrinação na Anatólia, Turquia, por ser identificada como o lugar de nascimento de Abraão e Jó) -- mãe e filha passando juntas muitas horas numa loja escolhendo os artigos para o casamento da filha. Se desejar ver mais fotos da Zeynep, por favor acesse seus emocionantes álbuns em:

O link para a Associação Palas Athena está permanentemente disponível no box Sites recomendados, na coluna à esquerda da sua tela.

Dedico esta postagem a Maria e Silvia, com amor.
Obrigado.

02.04.2009

Por tudo aquilo que todos somos

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Gostaria de compartilhar mais uma maravilhosa iniciativa da Associação Palas Atena, a 6ª Semana Martin Luther King, reproduzindo parte do informativo:

Abertura dia 03 de abril - sexta-feira - 19h30 - entrada franca - Palas Athena
Rua Leôncio de Carvalho, 99 - Paraíso - São Paulo - Tel (11) 3266 6188


A CASA MUNDIAL
com João Signorelli, ator, apresentador do conhecido monólogo Gandhi, um líder servidor
participação de Luiz Henrique Góes

A Semana Martin Luther King é um espaço para refletir sobre as consequências negativas da intolerância, discriminação, segregação, racismo e todos os comportamentos que, ao longo da história, legitimaram a exclusão. Estas consequências não atingem apenas as vítimas, mas também os agressores e as comunidades onde se encontram. A Semana Martin Luther King é também ocasião para celebrar os saudáveis avanços conquistados nas últimas décadas, quando se criaram metodologias para expressar indignação e promover reparação e dignidade. Na base destes avanços está, sem dúvida, o alicerce oferecido pela difusão dos Direitos Humanos.
Com esse propósito, convidamos você, organizações e comunidades do Brasil todo para criar, ao longo do mês de abril de 2009, espaços de promoção do convívio e da cidadania, alinhados com os princípios e valores que inspiraram a ação não-violenta e os sonhos do líder da conquista pelos direitos civis de pessoas e povos oprimidos.

Onde realizar?
No lugar em que você está.
Quando?
Durante o mês de abril, na data mais conveniente para a sua comunidade.
Quem?
Você e todos aqueles que desejarem participar ativamente da construção de compromissos com a não-violência.
Como?
Com ações e iniciativas pautadas na cooperação, simplicidade, diálogo e convivência.

Como subsídio conceitual dos princípios orientadores desta realização reunimos textos, frases e breve histórico de Martin Luther King que se encontram disponíveis para donwload no site da Palas Athena e apresentamos sugestões de atividades.

Contamos com sua co-inspiração e criatividade para difundir as referências da ação afirmativa de Martin Luther King, sintonizada com a grande sabedoria africana do conceito de Ubuntu: Somos o que somos por tudo aquilo que todos somos.

Para mais informações, e para saber de toda a sempre excelente programação da Palas Athena, por favor acesse:
http://www.palasathena.org.br

Nota do blog: o download oferecido acima remete ao site da Unesco, que publicou o inspirador "Vamos Ubuntar?", da Professora Lia Diskin; para ler um trecho de A Casa Mundial, por favor acesse http://paraserzen.blogspirit.com/tag/Casa+Mundial

28.02.2009

A Vida num Pote de Vidro

A Mãe do Gueto de Varsóvia – Irena Sendler

O que leva uma pessoa a pôr em risco sua própria vida para salvar outras? Mesmo quando não tem com elas vínculos nem partilha de sua identidade, ideologia ou religião? Estas são as perguntas que teimam na minha mente após saber dos feitos de Irena Sendler.

A conheci quando já não era possível conhecê-la. Em 13 de maio de 2008 foi publicada uma breve nota de 11 linhas em O Estado de São Paulo: “Morreu ontem em Varsóvia, aos 98 anos, Irena Sendler, que salvou milhares de crianças judias durante a ocupação nazista da Polônia. Entre 1940 e 1943 Irena, que era assistente social, tirou 2500 crianças do Gueto de Varsóvia. Ela chegou a ser presa e torturada pela Gestapo em 1943, mas nunca revelou os nomes das crianças que salvou”.

No mesmo dia iniciei uma busca desesperada na internet, com o sentimento de haver perdido algo de muito precioso e singular. Perguntei a meus colegas e alunos se sabiam dela, se tinham livros ou documentos, relatos de testemunhas, crônicas de jornal. Ninguém lera, ninguém ouvira a seu respeito. Mas como, em um mundo que corre atrás de celebridades, que sabe o número do sapato desta ou daquela atriz, que esmiúça a intimidade de futebolistas, políticos, empresários, que sabe onde e com quem janta uma top model – como pode ter passado despercebida a trajetória de uma mulher que, nas palavras do rabino Michael Schudrich, “não somente salvou as crianças judias, mas também salvou a alma da Europa”?

Em 1965 Irena Sendler foi agraciada com a medalha “Justos entre as Nações do Mundo”, outorgada pelo Instituto Yod Vashem a não judeus que salvaram e protegeram judeus durante as atrocidades nazistas da II Guerra Mundial. Essa honraria ela não pode receber porque os líderes comunistas que governavam a Polônia de então proibiram sua saída do país. Recém em 1983, quando reiterada a distinção pela Suprema Corte de Israel, é que foi ao encontro das homenagens oferecidas em Jerusalém na Autarquia Nacional para Recordação dos Mártires e Heróis do Holocausto.

Contudo, sua vida e inusitada coragem emergiram do silêncio em setembro de 1999 pela curiosidade e criatividade de quatro jovens americanas que, instigadas pelo Prof. Norm Conard, começaram a pesquisar sua história. Na região rural do Kansas, na escola secundária protestante de Uniontown, o Prof. Conrad propôs a seus alunos que para celebrar o Dia Nacional da História criassem um projeto original, que fosse além das fronteiras e das personagens conhecidas, dos fatos já explorados. Apenas como sugestão mostrou um recorte do jornal News and World Report, cujo título era “Outros Schindlers”, e que mencionava Irena Sendler. Entre os alunos, quatro estudantes prontificaram-se a realizar a pesquisa, mas nunca imaginaram que esta as levaria a encontrar a própria Irena, viva, com 90 anos, morando ainda na Polônia. Estabeleceram contato, enviaram e receberam cartas, fotos, informações, documentos. Acabaram por escrever uma peça de teatro intitulada A Vida num Pote de Vidro, que apresentaram na própria escola em fevereiro de 2000. A comunidade toda envolveu-se no sucesso e logo chegaram convites de igrejas, sinagogas, centros culturais. A peça atravessou o país, alcançou o Canadá, a Europa e, finalmente, a própria Polônia. Já foi encenada mais de 300 vezes e hoje está disponível em DVD.

Para termos uma dimensão do valor desse resgate, e do impacto que provocaram as experiências vividas por Irena Sendler, basta dizer que até 2001, quando aconteceu o primeiro encontro das alunas da Uniontown com sua heroína na Polônia, havia apenas uma página sobre ela na internet, quando hoje podemos encontrar mais de 90.000 citações. Elas revelam a abnegação e destemor de uma jovem polonesa, cristã, que sobrepujou as ameaças ao seu instinto de sobrevivência e nos legou a mais alta realização de um ser humano: o amor incondicional.

Irena nasceu em 15 de fevereiro de 1910 nos subúrbios de Varsóvia, onde seu pai, na condição de médico, clinicava e atendia comunidades carentes. Dele aprendeu o sentido da solidariedade e o senso de responsabilidade profissional: quando a epidemia de tifo irrompeu em 1917 ele foi o único médico a permanecer na área infectada, o que o levou ao contágio e conseqüente morte.

Na década de 30 Irena ingressou na Universidade de Varsóvia, formou-se em Assistência Social e tomou contato com sentimentos e atitudes anti-semitas por parte dos estudantes, com quem manteve franca oposição. Já diplomada, ingressou no Departamento de Bem Estar Social, atendendo os refeitórios populares que acolhiam órfãos, anciãos e os pobres. Sua vocação ultrapassou a vocação de servidora pública – providenciava roupas, medicamentos e dinheiro para os necessitados, e os distribuía entre católicos e judeus indistintamente.

Em 1939 as tropas nazistas invadiram a Polônia e em outubro de 1940 criou-se em Varsóvia o “bairro judeu”, onde foram confinados todos os judeus da cidade. Em pouco mais de duas semanas a população dessa área passou de 160.000 pessoas para 400.000. Em 15 de novembro desse mesmo ano o governador alemão de Varsóvia, Hans Frank, criou oficialmente o gueto, que foi logo murado tornando-se o palco de crueldades inomináveis, sistemáticas e consecutivas visando um único propósito: o extermínio dos judeus. Também foi palco das ações heróicas de Irena, cuja indignação encarnou o voto de resistir à barbárie sabotando uma e outra vez – 2500 vezes! – o plano da “solução final”.

Como assistente social dos serviços públicos ela tinha autorização para entrar no gueto com um passe especial, o que lhe permitia livre trânsito, conhecimento da situação e, sobretudo, contrabandear comida, medicamentos e roupas. O racionamento de alimentos chegou a limites insuportáveis e as pessoas começaram a morrer de fome. No arquivo elaborado pelo historiador Emmanuel Ringelblum, resgatado depois da guerra entre as ruínas do gueto, lê-se: “Viver sem pão, sem nenhuma colher de comida quente durante anos atua como choque sobre a psique humana. Muitos, esgotadíssimos, foram acometidos de total apatia. Permaneciam deitados até que perdessem a força de se levantar. (...) Entre esses havia famílias inteiras com dez a doze pessoas. Permaneciam estendidos, imóveis, os rostos pálidos, olhares ardentes, engolindo saliva. Para eles tudo se tornava indiferente. Queriam apenas uma coisa, sentiam apenas um desejo: o de conseguirem um pedacinho de pão”.

Irena percebeu que seus esforços para mitigar o sofrimento só conseguiam prolongá-lo. Decidiu então iniciar a retirada de crianças de dentro do gueto – ao menos elas precisavam ter uma chance.

Extra-muros trabalhava a resistência do Zegota, uma organização clandestina, na qual assumiu a coordenação da Divisão das Crianças, cuja missão era, primeiramente, encontrar instituições de amparo, conventos e casas de família dispostos a correr o risco de abrigar as crianças que fossem resgatadas e, depois, obter documentos falsos para elas.

Antes, porém, era necessário convencer as mães, pais ou parentes que entregassem seus filhos a uma desconhecida. Muitos perguntavam, em desespero, por que deviam confiar nela. “Vocês não têm de confiar em mim”, respondia. “Mas não há mais o que fazer”. As informações em Varsóvia, fora e dentro do gueto, corriam à solta. No segundo semestre de 1941 já estavam em operação as deportações e traslados de milhares de judeus em vagões de gado, que levavam às câmaras de gás em Treblinka, aos fuzilamentos em massa, aos cemitérios a céu aberto repletos de moribundos... O abominável não deixava alternativa!

Planejamento coordenado, método e capacidade de descobrir vantagens nos recursos mais improváveis foram as vias que Irena encontrou para a escalada de resgates usando: 1) Túneis subterrâneos que levavam para fora, onde guardas poloneses haviam sido subornados para que “fechassem os olhos”. Pedia-se aos pais que vestissem as crianças com suas melhores roupas. 2) Crianças pequenas eram sedadas e levadas em malas, caixões de defunto, caixotes de ferramentas, baús ou similares. 3) Devido às freqüentes epidemias, e ao medo que os alemães tinham de se aproximar dos doentes, as crianças que conseguissem fingir uma doença, ou que estivessem realmente muito doentes, podiam ser retiradas numa ambulância. 4) Os carros e ambulâncias levaram um cão treinado para latir quando o veículo estivesse parado, assim o eventual choro de uma cri ança escondida não seria percebido pelo guarda que parasse o carro na saída do gueto.

Desse modo, durante um ano e meio de articulações clandestinas, foram salvas 2.500 vidas. Em 22 de julho de 1942 teve início a expulsão em massa dos habitantes do gueto de Varsóvia para os campos de extermínio de Treblinka. Em outubro desse ano o general da SS Jürgen Stroop informou a seu superior Friedrich Krüger que um total de 310.332 judeus do gueto tinham sido “transferidos”. Sobraram apenas 65.000 habitantes, considerados indispensáveis como escravos nas fábricas e oficinas da Varsóvia ocupada.

Em 20 de outubro de 1943 as atividades de Irena Sendler foram descobertas pela Gestapo, que a levou à prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada, tendo pernas e pés quebrados a pauladas – mas ela não revelou nomes, nem de seus companheiros do Zegota, nem das crianças que havia salvado. Foi sentenciada à morte. Os membros da Zegota agiram rápido: subornaram os responsáveis pela execução e no dia seguinte o nome de Irena Sendler integrava a lista dos poloneses executados. Sob a proteção de um pseudônimo, viveu escondida até o final da guerra – exatamente como as crianças que havia salvo.

Acabado o inferno, Irena desenterrou dois frascos de vidro que escondera no jardim de uma vizinha. Eles continham a lista dos verdadeiros nomes das crianças junto aos inventados nos documentos falsos. Era seu propósito que um dia as crianças pudessem retornar às suas famílias naturais e recuperar sua identidade judaica. Contudo, quase não havia sobreviventes – o heróico levante do gueto de Varsóvia consumira seus últimos habitantes. Constituído então o comitê de salvamento dos judeus sobreviventes, entregou os frascos de vidro a seu primeiro presidente, o Dr. Adolf Berman.

Em 1991 foi reconhecida como cidadã honoraria do Estado de Israel; em novembro de 2003 recebeu a mais alta condecoração polonesa: a Ordem da Águia Branca e também o Prêmio Jan Karski “Pela Coragem e Coração”. Foi indicada pelo governo da Polônia, em 2007, como candidata ao Prêmio Nobel da Paz; também nesse ano o Senado da República da Polônia, em resolução especial, homenageou Irena Sendler e o Conselho de Ajuda aos Judeus. Ainda em 2007 foi condecorada com a Ordem do Sorriso – a mais importante distinção concedida por crianças de todo o mundo.

Nunca considerou a si própria, nem permitiu que a investissem na condição de heroína. Em todas as entrevistas e homenagens ressaltou que trabalhava em equipe, que sem seus companheiros de resistência não teria sido possível tamanha ousadia. Em resposta ao convite para uma reunião em sua homenagem, respondeu: “A justificação para minha vida não são honrarias, mas sim a vida de cada uma das crianças salvas pela minha ajuda e a ajuda de incríveis mensageiros secretos que não vivem mais”.

Nenhuma honraria seria capaz de enaltecê-la o suficiente, e sem dúvida não precisou de reconhecimentos para validar sua coragem e amor. Somos nós que precisamos oferecer admiração e gratidão, pois no espelho de Irena Sendler, a despeito de todos os horrores de seu tempo, fica enaltecida a nossa própria humanidade.

Lia Diskin – Co-fundadora da Associação Palas Athena, coordenadora do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz – um programa da UNESCO. Recebeu da UNESCO o Diploma de Reconhecimento por sua contribuição na área de Direitos Humanos e Cultura de Paz durante as comemorações dos 60 anos da UNESCO.

10.03.2008

A prática da meditação

Um dos objetivos deste blog é estimular a prática espiritual -- em definido, a prática da meditação. Já são centenas de postagens falando sobre o assunto, e uma Categoria em separado, Prática/Practice, sempre disponível na coluna à esquerda da sua tela.

Às perguntas que às vezes recebo de como praticar meditação, onde aprender, com quem aprender, etc, eu só respondo citando os mestres, e através deste blog. E indico a Associação Palas Athena, em São Paulo, e este curso introdutório e sem caráter religioso ministrado pela maravilhosa professora Lia Diskin. A cada ano, renovo este oferecimento -- assim, se desejar ler mais, já discorri sobre o curso, que eu mesmo tomei, em Os princípios da meditação. Compartilho abaixo as comunicações da Palas Athena sobre os workshops de meditação ministrados pela Lia Diskin programados para 2008:

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Comunicamos a abertura das inscrições da nova turma, por terem esgotado as vagas do workshop dos dias 14, 15 e 16 de março. As inscrições para os dias 21, 22 e 23 de março podem ser efetivadas na recepção da Palas Athena, pessoalmente ou pelo site www.palasathena.org.br.

21, 22 e 23 de março | sex - 19h30 a 21h30 | sab - 9h30 a 17h30 | dom - 9h30 a 13h Workshop Atenção e Concentração nas Práticas Meditativas - módulo 1
Todas as culturas desenvolveram técnicas de atenção e de concentração. As técnicas diferem umas das outras, mas todas são consideradas instrumentos indispensáveis para familiarizar o ser humano consigo mesmo e com o Universo. A meditação, fruto amadurecido da atenção e da concentração, também teve suas modalidades na vida espiritual do Oriente e do Ocidente.

Neste curso teórico-prático serão abordadas técnicas de diversas tradições. Cada uma a seu modo aponta em direção à experiência do Sagrado, que não é patrimônio de nenhuma religião, mas abraça todas como o fio as contas de um colar.

Programa: Atenção, conceitos e objetivos. Unidirecional e com múltiplos focos - Concentração tendo por apoio os sentidos e seus objetos de percepção - Origens da meditação no Sudeste Asiático: os Vedas, as escolas ortodoxas e as heterodoxas - Budismo e suas três vias - Theravada, Mahayana e Tantrayana - História e expansão na Ásia Central - As práticas contemplativas no cristianismo oriental. Os Padres do Deserto - A experiência espiritual além das fronteiras históricas e culturais
- A meditação como via de conhecimento, de autoconhecimento e compreensão.


16, 17 e 18 mai | sex - 19h30 a 21h30; sab - 9h30 a 17h30 e dom - 9h30 a 13h Workshop Atenção e concentração nas práticas meditativas módulo 2
Dando continuidade às modalidades meditativas desenvolvidas em nosso módulo 1, focalizaremos aquelas que trabalham com os padrões mentais, as emoções e a construção de uma motivação crescente e edificante. Em vista do interesse pela meditação em diversas áreas do conhecimento, é oportuno lembrar que o objeto destas práticas é verter no cotidiano a clareza mental, o apaziguamento do coração e a serenidade conquistados por meio das técnicas.


15, 16 e 17 ago | sex - 19h30 a 21h30; sab - 9h30 a 17h30 e dom - 9h30 a 13h Workshop Atenção e concentração nas práticas meditativas módulo 3
Os conceitos transitam com a própria experiência humana, desse modo ganham consistência à medida que aquilo que designam torna-se mais familiar. Hoje temos, no mínimo, cinco usos da palavra meditação, os quais serão trabalhados neste módulo. Nas últimas décadas a ciência tem adentrado na investigação de práticas que eram consideradas restritas à área da espiritualidade. Muito se fala hoje a respeito dos efeitos psicofisiológicos de práticas como a meditação e o yoga, e igualmente sobre os resultados da oração. Respeitáveis cientistas estão voltando sua atenção para os possíveis benefícios à saúde mental e física que estas práticas podem trazer quando realizadas com verdadeiro envolvimento e disciplina.

Docente dos cursos: Lia Diskin, co-fundadora e professora da Palas Athena.

06.01.2008

Uma casa

Gostaria de compartilhar a programação de cursos e oficinas da Associação Palas Athena de São Paulo para os meses de Janeiro e Fevereiro de 2008.

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11, 18 jan e 1 fev | sex | 14h a 16h
A linguagem dos sonhos - poética e diálogos oníricos de Akira Kurosawa
Vera Lucia Paes de Almeida
No magnífico filme “Sonhos”, trabalhamos a criatividade para o nosso cotidiano.

16 jan a 27 fev | seg e qua | 18h45 a 19h30
“Treinamento perfumado”- prática terapêutica da tradição Zen
Lucia Lee
Técnica de purificação existente há mais de 2.000 anos, começou a ser divulgada na década de 70 pelo Prof. Tian Rui Shang, de Luoyang, China.

17 jan a 21 fev | qui | 19h30 a 21h30
Ciências do céu e da terra - leituras da natureza
Paulo Gomes Varella
Integra Astronomia, Meteorologia e Geologia, dedicando um dia à observação do céu fora de São Paulo.

11 a 27 fev | seg e qua | 20h a 21h30
Felicidade - a mais importante habilidade
Lia Diskin, Basilio Pawlowicz, George Barcat, Arnaldo Bassoli, Marcos Rojo, e contos com Tininha Calazans.
De que forma a felicidade depende de nós mesmos - como se constrói, se é a nós mesmos que temos que saber mudar?

12 fev a 6 mar | ter e qui | 19h30 a 21h
Educação para o terceiro milênio
José Ângelo Gaiarsa
Este curso aborda desde a triste história da humanidade patriarcal, passando pela valorização do cérebro, da respiração, do potencial humano, até a educação das crianças e uma nova família, capaz de gerar uma nova sociedade.

15 a 29 fev | sex | 14h a 16h
Paisagens da alma - uma introdução ao pensamento de C.G. Jung
Vera Lucia Paes de Almeida
Um encontro produtivo com os eventos e acontecimentos presentes na “paisagem da nossa alma”.

OFICINAS

12 a 26 fev | ter e qui | 19h30 a 21h30
Bordado: construindo um jardim com imagens e fitas de cetim - baseado no livro “O jardim secreto” do francês H. Burnett
Cibele Barzaghi Toloi
O que poderá haver em um jardim onde germinam, crescem e se desenvolvem flores confeccionadas com linhas e fitas de cetim?

23 fev e 1 mar | sab | 9h30 a 12h30
Histórias contadas com origamis
Irene Tanabe e Márcia Bandeira
O origami pode ser um recurso para encantar a narração de histórias, além de alegrar e educar.

WORKSHOP

15, 16 e 17 fev | sex, sab e dom
O caminho do guerreiro, do santo e do sábio
Lia Diskin
Nenhum caminho é superior ao outro - são apenas diferentes. Reconhecer qual é a nossa via de expressão e dos que nos rodeiam abre caminhos para uma sadia convivência.

23 e 24 fev | sab 9h30 a 17h | dom 9h30 a 13h
Respirar também se aprende
Marcos Rojo e George Barcat
Aprender a respirar permite lidar cautelosamente e com disciplina desta nossa função automática, perceber os padrões que alteram nosso estado mental e nos aproximar de estados meditativos e contemplativos.

ÁGAPE

29 fev | sex | 19h30
Um encontro com o Amor e a Convivência
José Romão Trigo de Aguiar
Para partilhar idéias e uma simples e primorosa refeição.

PRÁTICAS CORPORAIS

Aikido
a partir de 8 janeiro
Elisa Kozasa

Yoga
a partir de 12 fevereiro
Marcos Rojo, Daisy Rodrigues, Marcia Gamboa e Lídia Teixeira

Para maiores informações consulte o site da Associação Palas Athena.

Obrigado.

29.10.2007

Ferramenta

Compartilho o convite para o seminário A meditação como instrumento de compreensão da mente, na Associação Palas Athena de São Paulo, com Geshe Lhakdor:

Os praticantes de meditação já familiarizados com o funcionamento da mente há muito sabem que ela pode ser transformada através de treinamento. Hoje os cientistas puderam confirmar que esse treinamento mental também transforma o cérebro. Nesse sentido, há evidências de que o cérebro se adapta ou expande em função de padrões de atividade reiterada – ou seja, bem concretamente, o cérebro que desenvolvemos reflete a vida que levamos. Esse fenômeno tem grandes implicações no tocante aos efeitos do comportamento habitual de nossas vidas, especialmente o potencial positivo da disciplina e de práticas espirituais.

A meditação analítica é uma das ferramentas mais importantes das quais o praticante se serve para treinar a mente. Geshe Lhakdor explicará em detalhe como se usa a meditação como recurso para o treinamento da mente.

O seminário ocorrerá no dia 31 de outubro de 2007, quarta-feira, das 9h30 às 17h, na sede da Associação Palas Athena, à Rua Leôncio de Carvalho, 99 – Paraíso, São Paulo / SP, Tel (11) 3266 6188. Serão entregues certificados.

Inscrição: R$ 160, na sede da Palas Athena ou para inscrição on line por favor acesse: http://www.palasathena.org.br/frames.asp?secao=conteudo&IDConteudo=387&language=pt



Geshe Lhakdor foi tradutor e assistente religioso de Sua Santidade o Dalai Lama de 1989 a 2005, tendo participado de inúmeras conferências e fóruns por todo o mundo e traduzido livros de autoria do Dalai Lama do inglês para o tibetano e do tibetano para o inglês. Em abril de 2005 assumiu o cargo de Diretor da Biblioteca e Arquivo de Estudos Tibetanos em Dharamsala, um dos principais institutos de pesquisa nessa área. Geshe Lhakdor é também membro da Fundação para Responsabilidade Universal, membro do Conselho do Instituto de Clássicos Tibetanos de Montreal e Professor Honorário da University of British Columbia, no Canadá. Geshe Lhakdor é Doutor em Metafísica pela Universidade Monástica de Drepung em Mundgod, Índia. Antes de obter o doutorado, estudou durante dez anos no conceituado Instituto Budista de Dialética de Dharamsala, tendo obtido dois graus de mestre: em Prajna-Paramita (Perfeição da Sabedoria) e Madhyamika (Caminho do Meio).

28.08.2007

O equilíbrio mente-corpo

Compartilho aqui o convite que recebi da professora Lia Diskin, da Associação Palas Athena, para a palestra O equilíbrio mente-corpo, uma abordagem tibetana da saúde, com o Dr. Pema Dorjee, Conselheiro do Departamento de Pesquisa do Tibetan Medical Institute - Dharamsala (Índia).

Do ponto de vista fisiológico, a medicina tibetana fala de um sistema de três “humores”, que podemos compreender como corrente vital, energias vitais e força vital. A saúde é o estado de equilíbrio entre eles que, por sua vez, estão vinculados a aspectos mentais. Sob esta perspectiva a mente desempenha um importante papel na manutenção da saúde, e portanto, da qualidade de vida.

5 setembro 2007
quarta-feira | 19h a 21h30
UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo
Auditório Marcos Lindenberg
R. Botucatu, 862 - Edifício dos Anfiteatros - Vila Clementino - São Paulo / SP (situada a alguns quarteirões da estação Santa Cruz do Metrô)

Entrada franca - Não haverá reservas de vagas. Sugere-se chegar com antecedência


Dr. Pema Dorjee é um dos primeiros e mais renomados médicos do Instituto Médico Tibetano, sediado em Dharamsala, na Índia. Pertence à primeira geração de médicos tibetanos formados no exílio. Completou seus estudos em 1974 sob a supervisão do renomado Dr. Phuntsok Barshi. Brilhante aluno, foi selecionado para fazer o período de residência sob a supervisão do Dr. Yeshi Dhonden, então médico de Sua Santidade o Dalai Lama. Após a residência, dirigiu várias clínicas do Instituto Médico Tibetano no Nepal e na Índia. Foi o ‘primeiro presidente do Conselho Médico Tibetano na Índia. Hoje é Conselheiro Técnico do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Médico Tibetano, o qual vem representando em vários simpósios e conferências internacionais, tendo escrito inúmeros livros e artigos sobre medicina tibetana. Traduziu também muitos livros didáticos sobre outras escolas médicas para o tibetano. Sua última obra se intitula Spiritual Medicine of Tibet [Medicina Espiritual do Tibet] e foi publicada pela Watkins. Esteve a cargo das palestras magnas do primeiro Congresso de Medicina Tibetana realizado na cidade de Washington em 2003 e do simpósio “Mind-Body Medicine at the Interface of Mood and Health”, realizado na Universidade Emory em novembro de 2004, que tornou-se referência mundial. Recebeu muitos prêmios e reconhecimentos e, entre eles, as prestigiosas Medalha de Ouro e Gema de Medicina Alternativa concedidas pelo Conselho Indiano de Medicina Alternativa.

Nos dias 03, 04 e 05 de setembro de 2007 setembro o Dr. Pema Dorjee ministrará o 1º Curso de Pós-Graduação em Medicina Tibetana já realizado no país, gratuito, em inglês sem tradução para o português. Para maiores informações favor contactar a UNIFESP. Obrigado.

19.04.2007

Construindo a paz no dia-a-dia (II)

Hoje a continuação do texto de Martin Kuther King 64 maneiras de construir a paz no dia-a-dia, extraído e adaptado de Season for Non Violence, com tradução de Tônia Van Acker para a Associação Palas Athena do Brasil.


33. Hoje identificarei alguma qualidade especial em todos que encontrar.
34. Hoje conversarei com um amigo sobre não-violência para trocar idéias e ver novas perspectivas.
35. Hoje farei elogios em vez de críticas.
36. Hoje tentarei aprender com meus erros.
37. Hoje procurarei me colocar na situação do outro.
38. Hoje abraçarei as crianças com ternura, em pensamento ou ação.
39. Hoje ouvirei sem tomar a defensiva e falarei sem emitir julgamentos.
40. Hoje ajudarei alguém que estiver em dificuldades.
41. Hoje abrirei meu coração para ouvir ao menos uma pessoa.
42. Hoje tratarei os idosos que encontrar com respeito e dignidade.
43. Hoje tratarei as crianças que encontrar com respeito e cuidado, consciente de ser um exemplo para elas.
44. Hoje verei meus colegas de trabalho sob uma nova ótica: com compreensão e compaixão.
45. Hoje me abrirei a novos modos de pensar e agir, diferentes do meu.
46. Hoje pensarei em pelo menos três alternativas de lidar com alguma situação de conflito que surgir.
47. Hoje tentarei ajudar os outros a resolver conflitos de modo pacífico.
48. Hoje expressarei meus sentimentos com honestidade e sem violência, respeitando a mim mesmo e aos outros.
49. Hoje me sentarei para tomar ao menos uma refeição com minha família.
50. Hoje darei o exemplo de um pacificador, reagindo de forma não-violenta em todas as situações.
51. Hoje não usarei linguagem violenta.
52. Hoje farei as coisas parando para pensar.
53. Hoje não farei de ninguém um refém do passado, vendo a todos como vejo a mim mesmo: como um projeto em construção.
54. Hoje farei o esforço consciente de sorrir para alguém contra quem tenho uma mágoa antiga.
55. Hoje praticarei a compaixão e o perdão pedindo desculpas a alguém que ofendi no passado.
56. Hoje pensarei em alguém que preciso perdoar e tomarei pelo menos um passo nessa direção.
57. Hoje perdoarei a mim mesmo.
58. Hoje abraçarei a crença espiritual do meu coração de modo pessoal e reflexivo.
59. Hoje aumentarei minha capacidade de aceitar diferenças e apreciar o valor de todos os seres humanos.
60. Hoje cuidarei dos outros em pensamento, palavras e ações.
61. Hoje procurarei aprender mais sobre ação não-violenta.
62. Hoje contemplarei tudo que os animais e as plantas deste planeta me oferecem e como retribuo esta dádiva.
63. Hoje contemplarei tudo que meus ancestrais e todas as gerações passadas construíram para mim.
64. Hoje imaginarei o mundo onde gostaria que meus filhos e todas as crianças crescessem.



* Nota do blog: este texto pode ser baixado na íntegra no site da Associação Palas Athena, em formato pdf, juntamente com outros textos de Martin Luther King. Por favor acesse http://www.palasathena.org.br

18.04.2007

Construindo a paz no dia-a-dia (I)

Este é o texto de Martin Kuther King 64 maneiras de construir a paz no dia-a-dia, extraído e adaptado de Season for Non Violence. A tradução é de Tônia Van Acker para a Associação Palas Athena do Brasil.

Hoje, de 1 a 32, com a continuação no post de amanhã.


1. Hoje refletirei sobre o que a paz significa para mim.
2. Hoje procurarei oportunidades para ser um pacificador.
3. Hoje praticarei a não-violência e o respeito pela Terra usando com sabedoria os recursos que ela oferece.
4. Hoje separarei alguma coisa que não utilizo e doarei a alguém que poderá fazer bom uso dela.
5. Hoje plantarei sementes – de plantas ou idéias construtivas.
6. Hoje pensarei num mundo de abundância para os famintos do mundo e estarei aberto a sugestões de como aliviar um pouco do sofrimento dos que têm fome.
7. Hoje reconhecerei o direito fundamental de todo ser humano à justiça, eqüidade e igualdade.
8. Hoje apreciarei a riqueza da terra e o trabalho de todos aqueles que trabalharam para que meu alimento chegasse até o meu prato (o agricultor, caminhoneiro, carregador, feirante, cozinheiro, garçom etc.)
9. Hoje procurarei compreender e respeitar uma cultura diferente da minha.
10. Hoje me oporei às injustiças, não às pessoas.
11. Hoje deixarei de lado estereótipos e preconceitos.
12. Hoje prestarei atenção ao que falo e deixarei as fofocas de lado.
13. Hoje viverei o momento presente e deixarei para trás o passado.
14. Hoje prestarei meu reconhecimento silencioso a todos os líderes do mundo.
15. Hoje falarei ao telefone de modo gentil, respeitoso e paciente com todas as pessoas.
16. Hoje me lembrarei de todas as coisas boas que sou e faço.
17. Hoje direi a verdade e falarei honestamente a partir do coração.
18. Hoje desencadearei um efeito dominó começando por fazer uma gentileza a alguém.
19. Hoje usarei os meus talentos decidindo atuar como voluntário em parte do meu tempo.
20. Hoje farei uma oração pedindo a benção de maior entendimento sempre que vir sinais de crime, vandalismo ou depredação.
21. Hoje direi “não” a idéias ou ações que agridam a mim ou aos outros.
22. Hoje desligarei a televisão, o rádio ou a internet sempre que transmitirem algo que retrate, ou faça parecer glamurosa, a violência.
23. Hoje saudarei o dia, tudo e todos com abertura e aceitação, como se os estivesse encontrando pela primeira vez.
24. Hoje dirigirei o carro com tolerância e paciência.
25. Hoje canalizarei construtivamente a minha raiva, frustração ou ciúme praticando atividades físicas saudáveis (por exemplo, fazendo abdominais, faxina ou caminhando).
26. Hoje apreciarei o valor das pessoas que me oferecem desafios, especialmente aquelas que me deixam com raiva ou frustração.
27. Hoje falarei menos e ouvirei mais.
28. Hoje observarei tudo que há de tranqüilo à minha volta.
29. Hoje perceberei como as minhas ações afetam diretamente os outros.
30. Hoje separarei algum tempo para dizer a um membro da família ou amigo o quanto são importantes para mim.
31. Hoje agradecerei a alguém que tenha agido com gentileza.
32. Hoje enviarei uma mensagem gentil e anônima a alguém.



* Nota do blog: este texto pode ser baixado na íntegra no site da Associação Palas Athena, em formato pdf, juntamente com outros textos de Martin Luther King. Por favor acesse http://www.palasathena.org.br

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